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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
sábado, 16 de outubro de 2010
Panorama das mídias sociais no Brasil

Ápos o aumento da popularidade, entre os próprios consumidores, nos últimos anos, as mídias sociais estão de tornando importantes instrumentos estratégicos para as empresas de todos os portes e setores da economia. Os hábitos dos clientes mudaram quando a internet quebrou a barreira geográfica e trouxe velocidade de acesso as informações, facilitando a pesquisa por empresas e seus produtos na rede e, consequentemente, um possível aumento nas transações comerciais online.
Nesse contexto, as ferramentas que promovem o convívio social e o dialogo online entre os usuários tornam esse novo cliente muito mais exigente na hora de adquirir algum produtos.
Nas mídias sociais, a reputação de uma empresa foge do controle de sua liderança. Por meio dos fóruns de discussão, blogs, sites como Orkut, Facebook, Twitter, entre outros canais, a reputação passa a ser definida pela ações das pessoas, dos clientes e de outros influenciadores online. a figura abaixo demonstra um exemplo dessa perda de controle das empresas sobre o processo de geração e disseminação da informação.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Papo Rápido: Para não estourar o limite do cartão dos seus Clientes a Compania Azul inova!

Em julho, a companhia aérea Azul criou uma nova maneira de estimular a venda a prazo para viajantes da classe C. Para não estourar o limite do cartão de crédito de boa parte de seus clientes, que varia de 400,00 a 2.000,00 reais por mês, a compania desenvolveu uma modalidade de cobrança em que as parcelas mensais são computadas individualmente.
sexta-feira, 5 de março de 2010
O Lobby contra os motores Flex pode manchar imagem da Toyota

O motor Flex surgiu como um grande aliado do meio ambiente e ainda uma saída mais viável que algumas opções como o motor elétrico, e os defensores dessa linha flex torcem para que seja disseminado no mundo inteiro. Mas a notícia que a Toyota promove boicote aos veículos flex nos Estados Unidos foi um espanto por parte dos defensores do motor.
A Toyota com essa atitude mostrou ser antagônica nas suas escolhas acredita Alfrred Szwarc, Consultor de ETU (Emissões e Tecnologia da Única, entidade que representa as usinas de álcool. Uma vez que no Brasil o carro Corolla (Sedã médio) FLEX é líder de venda. Atingindo 54,6 mil unidades vendidas. Mas, esta atitude mostra também que a Toyota está trabalhando por setores. Mas notamos que há uma relutância da Toyota em trabalhar com os motores Flex. A resposta para essa atitude é que ela vêem apostando nos motores híbridos, entretanto o etanol é compatível a essa tecnologia que eles apostam.
Nos Estados Unidos o carro flex é conhecido como E85, devido a mistura de etanol e gasolina que são respectivamente 85% e 15%, sendo necessária essa mistura devido o inverno. O carro Flex ainda não atingiu 8 milhões de unidades vendidas. Grande reclamação é a falta de postos que possuam a mistura.
O lobby contra os motores flex é um grande obstáculo para o Brasil vir a exportar etanol, mas não é intransponível, pensa Szware. Ressalta ainda que o próprio governo americano estabelecesse uma meta interessante que é: até 2012, 50% dos carros vendidos terão que ser flex, e até 2018 atingir 80%.
A queda da venda de etanol para os EUA vem caindo, devido o investimento local em etanol a base de milho. Os investimentos são altos e com isso a uma melhora na capacidade de produção de etanol dos EUA. Isso gera um aumento da produtividade dos americanos.
A Toyota, através do seu porta-voz afirma que a montadora nunca se opôs ao carro flex no Brasil. Mas ela acredita que “ter o carro certo, com a tecnologia certa para cada país”. Sempre observando os custos benefícios e a viabilidade do projeto.
O grande problema agora não é dizer que aposta em carros híbridos ou que cada país ela atua diferente. Com o mundo globalizado e a informação cada vez mais curta e veloz, com certeza manchou a imagem da Toyota em muitos lugares. Ainda mais em um momento que todos estão falando em meio ambiente, proteção do planeta, sustentabilidade econômica, diminuição da emissão de gás carbônico, ir contra algumas soluções pode transmitir uma imagem errada e ainda gerar oportunidades de retaliações via propaganda dos concorrentes. A Toyota abriu a guarda e pode sofrer um ataque, se bem trabalhado pelos concorrentes, pode sair bem mais indigesto do que imaginava.
A Toyota com essa atitude mostrou ser antagônica nas suas escolhas acredita Alfrred Szwarc, Consultor de ETU (Emissões e Tecnologia da Única, entidade que representa as usinas de álcool. Uma vez que no Brasil o carro Corolla (Sedã médio) FLEX é líder de venda. Atingindo 54,6 mil unidades vendidas. Mas, esta atitude mostra também que a Toyota está trabalhando por setores. Mas notamos que há uma relutância da Toyota em trabalhar com os motores Flex. A resposta para essa atitude é que ela vêem apostando nos motores híbridos, entretanto o etanol é compatível a essa tecnologia que eles apostam.
Nos Estados Unidos o carro flex é conhecido como E85, devido a mistura de etanol e gasolina que são respectivamente 85% e 15%, sendo necessária essa mistura devido o inverno. O carro Flex ainda não atingiu 8 milhões de unidades vendidas. Grande reclamação é a falta de postos que possuam a mistura.
O lobby contra os motores flex é um grande obstáculo para o Brasil vir a exportar etanol, mas não é intransponível, pensa Szware. Ressalta ainda que o próprio governo americano estabelecesse uma meta interessante que é: até 2012, 50% dos carros vendidos terão que ser flex, e até 2018 atingir 80%.
A queda da venda de etanol para os EUA vem caindo, devido o investimento local em etanol a base de milho. Os investimentos são altos e com isso a uma melhora na capacidade de produção de etanol dos EUA. Isso gera um aumento da produtividade dos americanos.
A Toyota, através do seu porta-voz afirma que a montadora nunca se opôs ao carro flex no Brasil. Mas ela acredita que “ter o carro certo, com a tecnologia certa para cada país”. Sempre observando os custos benefícios e a viabilidade do projeto.
O grande problema agora não é dizer que aposta em carros híbridos ou que cada país ela atua diferente. Com o mundo globalizado e a informação cada vez mais curta e veloz, com certeza manchou a imagem da Toyota em muitos lugares. Ainda mais em um momento que todos estão falando em meio ambiente, proteção do planeta, sustentabilidade econômica, diminuição da emissão de gás carbônico, ir contra algumas soluções pode transmitir uma imagem errada e ainda gerar oportunidades de retaliações via propaganda dos concorrentes. A Toyota abriu a guarda e pode sofrer um ataque, se bem trabalhado pelos concorrentes, pode sair bem mais indigesto do que imaginava.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
TeamEarth
Este post e o anterior são dois videos institucionais referentes as duas ONGS que apoiamos. Voltamos aos post normais essa semana. Obrigado!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Heineken compra FEMSA Cerveza

Hoje, o grupo de cerveja holandês Heineken anunciou a compra do Fomento Econômico Mexicano (FEMSA Cerveza), por uma compra de açõe, no valor de 7,7 bilhões de dólares (5,3 bilhões de euros).
"A Heineken... vai criar a uma grande nova plataforma para o crescimento com a aquisição das atividades de cerveja da Femsa com uma transação de ações", comunicou a empresa holandesa, e ainda completou o texto com as seguinte palavras "A Heineken vai adquirir a FEMSA Cerveza, o que inclui 100% das operações de cerveja da Femsa no México e 83% do negócio de cerveja da FEMSA no Brasil, que a Heineken não possuía ainda". O mesmo comunicado ainda explica o seguinte: "Com base na cotação da ação da Heineken a 32,925 euros em 8 de janeiro, isto avalia a FEMSA em 3,8 bilhões de euros"
As dívidas da empresa as obrigações de aposentadoria a empresa Heineken assumirá tudo, o que eleva o custo da aquisicao para 5,3 bilhoes de euros. A FEMSA, possuirá 20% das ações do grupo Heineken, hoje possui as marcas Dos Equis, Tecate e Sol. Com estes 20% se torna a segunda acionista do grupo holandês com dois representantes na diretoria. Para a FENSA é um ganho de flexibilidade operacional e financeira. Alem de conseguir uma diversificacao no cenario mundial de cerveja. Conseguindo um ganho em escala muito importante destaca o diretor executivo da FEMSA, José Antonio Fernández Carbajal.
Devemos levar em consideração que a FEMSA é a maior engarrafadora da Coca Cola na América Latina e sua divisão cerveja tem 14 fábricas no México e Brasil, onde produz 35 marcas. Esta negociação deve ser concluída somente no segundo trimestre de 2010 e os acionistas dos dois grupos daram o aval para a conclusão do negócio.
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