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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Plano Collor

Plano Collor

A teoria do plano econômico foi desenvolvida pelo economista Antônio Kandir. O plano efetivamente implementado foi desenvolvido pelos economistas Zélia Cardoso de Mello, Antônio Kandir, Ibrahim Eris, Venilton Tadini, Luís Otávio da Motta Veiga, Eduardo Teixeira e João Maia.O plano Collor combinava liberação fiscal e financeira com medidas radicais para estabilização da inflação. As principais medidas de estabilização da inflação foram acompanhadas de programas de reforma de comércio externo, a Política Industrial e de Comércio Exterior, mais conhecida como PICE, e um programa de privatização intitulado Programa Nacional de Desestatização, mais conhecido como PND.O Plano Collor é o nome dado ao conjunto de reformas econômicas e planos para estabilização da inflação criados durante a presidência de Fernando Collor de Mello (1990-1992), sendo o plano estendido até 31 de julho de 1993. O plano era oficialmente chamado Plano Brasil Novo, mas ele se tornou associado fortemente a figura de Collor, e "Plano Collor" se tornou nome de fato.


Três planos separados para estabilização da inflação foram implementados durante os dois anos do governo Collor. Os dois primeiros, Plano Collor I e II, foram encabeçados pela ministra da Fazenda Zélia Cardoso de Mello. Em maio de 1991, Zélia foi substituída por Marcílio Marques Moreira, que instituiu um plano homônimo, o Plano Marcílio .


O Brasil sofreu por vários anos com a hiperinflação: em 1989, o ano antes da posse de Collor, a média mensal da inflação foi de 28,94%. O Plano Collor procurava estabilizar a inflação pelo "congelamento" do passivo público (tal como o débito interno)e restringindo o fluxo de dinheiro para parar a inflação inercial.


A rápida e descontrolada remonetização da economia é tida como a causa das falhas dos planos de estabilização da inflação adotados anteriormente. O governo Collor teria de garantir uma remonetização "ordenada" e "lenta", a fim de manter a inflação para baixo. Para o controle da velocidade da remonetização, poder-se-ia utilizar uma combinação de ferramentas econômicas, tais como impostos, taxas de câmbio, crédito e taxas de juros.

Nos poucos meses que sucederam o a implantação do plano, a inflação continuou a crescer. Em janeiro de 1991, nove meses após o início do plano, a inflação reduziu, atingindo a taxa de 20% por mês.


O congelamento causou uma forte redução no comércio e da produção industrial. Com a redução da geração de dinheiro de 30% para 9% do PIB, a taxa de inflação caiu de 81% em março para 9% em junho. O governo enfrentou duas escolhas: eles poderiam segurar o congelamento e arriscar uma recessão devido a redução dos ativos, ou remonetizar a economia através do descongelamento e correr o risco do retorno da inflação


O fracasso do Plano Collor I no controle da inflação é creditado pelos economistas keynesianos e monetaristas a falha do governo Collor de controlar a remonetização da economia. O governo abriu várias "brechas" que contribuíram para o aumento do fluxo de dinheiro: os impostos e as contas do governo emitidos antes do congelamento podem ser pago com o velho Cruzado, criando uma forma de "brecha de liquidez", que foi plenamente explorada pelo setor privado.Várias exceções aos setores individuais da economia foram abertas pelo governo, como nas poupanças de aposentados, e o "financiamento especial" na a folha de pagamento do governo.

Por último, o governo foi incapaz de reduzir despesas, reduzindo sua capacidade de usar muitas das ferramentas acima mencionadas. Os motivos vão desde o aumento do compartilhamento da receita de impostos federais com os estados até a cláusula de "estabilidade de emprego" para os funcionários públicos da Constituição brasileira de 1988, que preveniu o tamanho da redução tal como anunciada no começo do plano. Estes economistas vindicados como Bresser Pereira e Mário Henrique Simonsen, ambos os ex-ministros das Finanças, que tinha previsto no início do plano que a situação fiscal do governo, tornaria impossível para o plano de trabalho.


Segundo o acadêmico Carlos Eduardo Carvalho, Professor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a medida política executada pelo Governo Collor, que ficou conhecida como confisco, não fazia parte, originalmente, do Plano Collor e tem origens num consenso entre os candidatos à presidência da época: Fernando Collor de Mello, Ulysses Guimarães e Luís Inácio Lula da Silva. O confisco já era um tema em debate entre os candidatos à eleição presidencial: A gênese do Plano Collor, ou seja, como e quando foi formatado o programa propriamente dito, desenvolveu-se na assessoria de Collor a partir do final de dezembro de 1989, depois da vitória no segundo turno. O desenho final foi provavelmente muito influenciado por um documento discutido na assessoria do candidato do PMDB, Ulysses Guimarães, e depois na assessoria do candidato do PT, Luís Inácio Lula da Silva, entre o primeiro turno e o segundo. Apesar das diferenças nas estratégias econômicas gerais, as candidaturas que se enfrentavam em meio à forte aceleração da alta dos preços, submetidas aos riscos de hiperinflação aberta no segundo semestre de 1989, não tinham políticas de estabilização próprias. A proposta de bloqueio teve origem no debate acadêmico e se impôs às principais candidaturas presidenciais. Quando ficou claro o esvaziamento da campanha de Ulysses, a proposta foi levada para a candidatura de Luís Inácio Lula da Silva, do PT, obteve grande apoio por parte de sua assessoria econômica e chegou à equipe de Zélia depois do segundo turno, realizado em 17 de dezembro.


O plano foi anunciado em 16 de março de 1990, um dia após a posse de Collor.Suas políticas planejadas incluíam:

  • 80% de todos os depósitos do overnight, das contas correntes ou das cadernetas de poupança que excedessem a NCz$50mil foram congelados por 18 meses, recebendo durante esse período uma rentabilidade equivalente a taxa de inflação mais 6% ao ano.
  • Substituição da moeda corrente, o Cruzado Novo, pelo Cruzeiro à razão de NCz$ 1,00 = Cr$ 1,00
  • Criação do um imposto extraordinário e único sobre as operações financeiras, sobre todos os ativos financeiros, transações com ouro e ações e sobre todas as retiradas das contas de poupança.
  • Foram congelados preços e salários, sendo determinado pelo governo, posteriormente, ajustes que eram baseados na inflação esperada.
  • Eliminação de vários tipos de incentivos fiscais: para importações, exportações, agricultura, os incentivos fiscais das regiões Norte e Nordeste, da indústria de computadores e a criação de um imposto sobre as grandes fortunas.
  • Indexação imediata dos impostos aplicados no dia posterior a transação, seguindo a inflação do período.
  • Aumento de preços dos serviços públicos. Gás, Eletricidade, serviços postais, etc.
  • Liberação do câmbio e várias medidas para promover uma gradual abertura na economia brasileira em relação à concorrência externa.
  • Extinção de vários institutos governamentais e anúncio de intenção do governo de demitir cerca de 360 mil funcionários públicos, com plano para redução de mais de 300 milhões em gasto administrativos.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Milton Friedman através da Teoria Quantitativa da Moeda (TQM) reconstrói a teoria neoclássica e com isso cria a teoria monetária.


Milton Friedman

Milton Friedman através da Teoria Quantitativa da Moeda (TQM) reconstrói a teoria neoclássica e com isso cria a teoria monetária. A TQM que não estava em pauta no pensamento econômico até o autor retorná-la em seus estudos e alem disso trás a idéia de moeda neutra. Friedman acredita que a economia mundial é atrapalhada pelas interferências do governo, pois não permitia que o grande capital circulasse livremente.


Ele acreditava que a crise de 29 não fora solucionadas pelas políticas Keynesianas, e ainda estas estavam aprofundando a crise. Em sua opinião, Friedman, o Banco Central (BC) foi omisso e depois fez uma política contracionista, já que acreditava que o sistema precisava de liquidez. Por isso, defendia o BC a independência, porque acreditava que não havia um grupo de pessoas capazes em administrar de forma eficiente a política monetária. Para ele o BC deveria agir em determinados momentos para atender as necessidades do mercado. Friedman defendia a diminuição dos salários para a economia crescer. A taxa natural de desemprego surge a partir da curva de Phillips. E ainda todos os agentes trabalham em cima de expectativas de preços.


Friedman era um grande critico ao Keynesianismo, mas Friedman não criticava Keynes, sua critica estava voltada ao modelo síntese IS-LM. Ele desenvolve a critica a partir da fragilidade do sistema. Com isso, vários economistas trabalham com a política Keynesianas dizendo que é incapaz de tirar a economia da crise. Friedman tem como argumento central que a política Keynesianas não movimenta a economia, mas, apenas gera inflação. A inflação só irá causar uma variação de preços não de riqueza. Diz que ao se pensar em ciclos econômicos a política Keynesianas será eficiente, mas, a inflação para ele é muito ruim. Os modelos de Friedman passam a ser considerados, pois conseguem explicar o caso da inflação e que está ligada diretamente a políticas fiscais e monetárias de aumento de demanda agregada.


A crítica esta ligada a questão como citei a cima, as políticas monetárias e fiscais. O pressuposto é o seguinte: “Inflação é o resultado dos desequilíbrios entre a oferta e a demanda agregada. A renda não varia. Já as políticas monetárias e fiscais mudam a demanda agregada, mas não mudam a oferta agregada no mesmo momento e na mesma proporção, como resultados têm a inflação.


Um aumento nominal da renda e um aumento dos preços são explicados pela lógica do modelo IS-LM de desequilíbrios entre o produto e a renda (Y). O aumento de moeda no mercado, somado a um juro baixo, temos um recurso monetário disponível para o consumo. Dessa forma o aumento do crédito se reflete em um aumento dos preços. Esse impacto demora a acontecer porque a demanda por moedas, para Friedman, é uma demanda estável. Dessa forma vai depender especificamente da renda permanente (renda no tempo). As variações de curto prazo geram um pequeno impacto no crescimento. Então as variações de curto prazo na renda não são importantes para se gerar demanda por moeda, por isso é estável. Já que o consumo depende da renda permanente. A demanda passa a ser relacionada pelas escolhas dos portfólios dos agentes. Com isso Friedman retorna com a questão da TQM, considera que a demanda permanente de moeda esta relacionada à renda e essa é estável, devido o conceito de renda permanente. O conceito: O agente demanda moeda com base nas variações de longo prazo no valor da renda, e não no curto prazo, pois tais variações não afetam esta demanda imediatamente. A demanda por moeda depende da taxa de juros, ou seja, um aumento da taxa de juros gera uma disponibilidade de moeda para títulos, já uma queda nos juros tem uma demanda para troca, investimentos.


Dessa forma, o efeito multiplicador da moeda se tornaria muito pequeno, ou até mesmo inexistente. Considerando a não existência deste multiplicador, assim as políticas fiscais não causam nenhum efeito sobre a economia diz Friedman. Na mesma linha de pensamento, a troca de investimentos privado por publico não tem o efeito multiplicador. O baixo efeito multiplicador mostra que o efeito da política fiscal é ineficiente. Isso é explicado através da idéia de expectativas adaptativas. Dessa forma a insistência neste tipo de política pode gerar um fluxo de contratação por parte dos empresários que contratariam trabalhadores à custa de uma inflação crescente.


Friedman com suas teoria faz a separação teórica entre curto e o longo prazo. Seguindo essa lógica de modelo o agente ativo passa ser o trabalhador, já que esse, através da suas expectativas irá decidir se trabalha ou não. Com isso o capitalista passa a ser um mero agente passivo.



O modelo IS-LM é aceito por Friedman, mas para ele, tudo se acaba se ajustando no mesmo nível de produto anterior, mas com maiores taxas de inflação. Tudo isso através do conceito de expectativas adaptativas. Os agentes passam a não serem mais enganados constantemente, uma vez que passarão a formar as chamadas expectativas racionais, que significa: o agente antecipará os efeitos das políticas fiscais e monetárias, não caindo novamente nesta “ilusão” descrita anteriormente. Dessa forma Friedman analisa o futuro sendo conhecido e equilibrado, desde que não sejam alterados os fatores básicos. Já para Keynes o futuro é desconhecido.


A lógica a partir dessa analise é que não haverá mais crises, os ciclos econômicos nãos existem mais. Esta forma de pensamento leva em consideração que as crises são, na verdade, choques exógenos causados por principalmente pelos governos, que diante alguns fatos decidem mudar e desrespeitar as regras definidas. Além disso, poderia causar um problema de informação incompleta. Friedman tem a sua lógica encontrada nos pensamentos de Hayeck – “Há toda uma lógica de funcionamento baseada em regras que não deve sofrer interferências por parte do poder estatal”.


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domingo, 7 de junho de 2009

Os postulados da economia clássica visão de Keynes


Os postulados da economia clássica

A economia clássica se preocupa muito com a distribuição dos recursos, sejam eles materiais ou humanos; porém ela não se aprofunda nos fatores que determinam o emprego efetivo.

Para Keynes a teoria clássica do emprego está baseada sobre dois postulados:

1) “O salário é igual ao produto marginal do trabalho”, isto é, o salário é igual ao valor que se perderia caso o trabalho fosse reduzido de uma unidade;

2) “A utilidade do salário, quando se emprega um dado volume de trabalho, é igual à desutilidade marginal desse mesmo volume de emprego”, isto é, o salário real é o volume necessário para que haja o “afluxo do volume de mão-de-obra” [1].

Keynes defende a idéia de que há desemprego involuntário, vide nos EUA em 1932. Para tanto afirma que tem como ocorrer uma oferta de mão-de-obra mesmo quando o salário real diminui (ou seja, quando sobem os preços do “consumo operário”), o que resulta no fato de que o “consumo operário” não dá a verdadeira medida da desutilidade marginal do trabalho. Em outras palavras, o segundo postulado clássico não é valido. Sã levantados dois problemas quanto a este postulado: o primeiro é sobre o comportamento dos trabalhadores; o segundo é sobre a rejeição do Keynes quanto a “hipótese de que o nível geral dos salários reais possa ser diretamente determinado pelo caráter das negociações sobre os salários”[2].
[1] Keynes, M. – Teoria Geral p. 18
[2] Keynes, M. – Teoria Geral p. 25


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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Os três pressupostos de Hayeck


Hayeck irá criar os seus três pressupostos:


1° - Equilíbrio é um elemento singular dentro do movimento natural.
A teoria de crises de Hayeck é a mesma que a teoria de Wicksell. O que se pensava era que os movimentos da economia sempre tendem ao equilíbrio, pois o estado natural é o estado de equilíbrio. Hayeck critica essa idéia, pois para ele o estado natural e o estado de movimento, ou seja, a dinâmica dos mercados. Assim temos que o equilíbrio é uma construção teórica imperfeita. Toda intervenção deve ser feita com o intuito de garantir a liberdade. O melhor que pode acontecer será do mercado funcionar livremente.


2° - O mercado deve funcionar livremente.
Cada indivíduo isolado não tem o conhecimento pleno e é justamente por isso que ninguém esta apto a planejar a economia. Mas, Hayeck diz que todos juntos tem pleno o conhecimento. O mercado funciona de forma mais eficiente, pois cada uma conhece uma parte do conhecimento geral. Assim só o mercado conhece tudo, sabe melhor. Devidamente pela soma de conhecimento individual e ainda como alocar de forma mais eficiente.


3° - Função do Estado.
Para Hayeck a melhor maneira de um país ser administrado é por um n° grande de empresas, os oligopólios, do que pelo estado. Precisamos que o Estado exista para garantir a concorrência, apenas como Estado regulador. Um sistema coercitivo e arbitrário de regulação não é requerido. A função do estado seria regular as horas de trabalho, vigilância sanitária, impedir os monopólios, o melhor mundo para Hayeck é o mundo da liberdade.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O Sistema Bimetálico que vigorou entre 1820 a 1870


Sistema Bimetálico

O sistema bimetálico, que vigorou entre 1820 a 1870, era aquele em que o ouro e a prata estavam em circulação. Os paises que adotaram esse sistema exerciam o papel de conectar os paises que somente usavam o padrão ouro e aqueles que somente usavam o padrão prata.


Esse sistema apresentava algumas fragilidades, pois não era fácil manter essas duas moedas em circulação, uma vez que a pratica de arbitragem era favorecido. Essa pratica consistia na tentativa de enriquecimento através da exploração das taxas de cambio entre os diferentes paises. Isso ocorria, pois o preço de um metal em relação ao outro estava acima da proporção de sua utilização na cunhagem das moedas. Assim os especuladores importavam prata e exportavam ouro, até que todas as moedas de ouro saíssem do país, esse movimento era conhecido como a lei de Greshan: quando se tem duas moedas no país à “ruim” expulsa a “boa”.

Um exemplo dessa pratica era :
Um dado pais matinha a paridade de 1 de ouro para 16 de prata, e em outro pais a paridade era 1 para 15,5, então neste pais trocava-se prata por ouro e depois o especulador vai ate o primeiro pais e troca o ouro por prata, assim tem-se um ganho de 0,5 de prata. No país que tem a paridade de 1 para 15,5 a tendência é então a saída do ouro.


Que foi o que ocorreu na Inglaterra, toda sua prata era exportada, e para tentar impedir isso o país tentou subir o preço da prata e diminuir o preço do ouro, mas não foi suficiente pra impedir a lei de Greshan. Até que ela se viu inundada por ouro, o que junto com a Revolução Industrial, contribuiu para que esta adotasse unicamente o padrão ouro.


Apesar disso, esse sistema se manteve por causa das externalidades em rede, ou seja, um padrão monetário em comum que simplifica no comércio e a tomada de empréstimo no exterior. Dessa forma era inviável alterar esse sistema de uma hora para outra.


E além do mais, esse sistema permaneceu durante os anos 70 e 80 por que era mais fácil de fracionar as moedas para as trocas cotidianas. Antes do advento de maquinas à vapor, não era viável a adoção de um padrão que apenas levasse em circulação moedas de ouro, uma vez que estas tinham um valor muito alto em relação as trocas cotidianas, enquanto as moedas de prata tinham um valor menor. Ademais, esse sistema permitia a negociação tanto em paises que operavam com o ouro como em paises que usavam a prata (ex: India ).

Podemos ainda, citar alguns abalos que contribuíram para a queda desse sistema e a implementação do sistema de padrão unicamente baseado no ouro, como, por exemplo, a revolução industrial, que tirou o obstáculo técnico da utilização de moedas de ouro, e a guerra Franco-Prussiana, que obrigou a França, Itália, Rússia e o Império Austro- Húngaro a suspender a conversibilidade.