quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Imaginando o futuro em 1954

As 10 melhores invenções (acidentais) de todos os tempos



“Tudo vai de encontro com aquele que se agita enquanto o outro espera”, disse uma vez Thomas Edison. Mas só se mover já basta? O progresso é sempre deliberado? Algumas vezes a genialidade surge não por escolha – mas por acaso. Veja abaixo nossas dez inovações criadas pelo acaso favoritas.



1. Microondas – Percy L. Spencer
Percy Spencer, um engenheiro da Raytheron, após ser barrado pela Marinha para ir à Primeira Guerra Mundial, ficou conhecido como um gênio dos eletrônicos. Em 1945, Spencer estava brincando com um emissor de microondas magnétron – usado como base de radares – quando ele sentiu algo estranho em suas calças. Algo melecado. Spencer parou e percebeu que o chocolate que estava em seu bolso começou a derreter. Percebendo que a radição das microondas de magnétron eram as culpadas, Spencer entendeu o potencial culinário que aquilo tinha. O resultado final foi a criação do forno de microondas – eterno salvador de caras que moram sozinho e curtem comida feita em dois minutos ao redor de todo o mundo.

2. Sacarina – Ira Remsen, Constantin Fahlberg
Em 1879, Ira Remsen e Constantin Fahlberg, trabalhando em um laboratório na Universidade de Johns Hopkins, fizeram uma pausa para comer. Fahlberg se negou a lavar suas mãos antes de comer – o que normalmente significa uma morte rápida para a maioria dos químicos, mas que na verdade o fez perceber um estranho gosto doce durante o almoço. Adoçante artificial! A dupla publicou junto a descoberta, mas apenas o nome de Fahlberg entrou na (incrivelmente lucrativa) patente de um produto que é hoje encontrado em qualquer mesa de restaurante. Vale dizer que Remsen se deu mal – ele declarou mais tarde que “Fahlberg é um canalha. Só de ouvir seu nome sendo mencionado já meu causa enjoo.”

3. Slinky – Richard James
Em 1943, o engenheiro da Marinha Richard James estava tentando descobrir como usar molas para manter instrumentos sensíveis dentro de um navio sem se chocarem até se destruírem, quando ele acabou jogando um de seus protótipos para longe. Em vez de se despedaçar no chão, ele saltou graciosamente, e ficou em posição normal. Tão inútil – tão ágil – eis o Slinky. A mola se tornou um brinquedo bobo para milhões de infâncias – isso antes de cada criança se empolgar e torcê-lo de um jeito impossível de arrumar. Foram vendidas 300 milhões de unidades no mundo!

4. Massinha Play-Doh – Kutol Products
Antes de ser figurinha carimbada de chãos e carpetes de qualquer casa que tenha uma criança, a massinha foi criada ironicamente como um produto de limpeza. A pasta foi primeiro vendida como um tipo de tratamento para paredes sujas – até sua companhia começar a entrar pelo cano. A descoberta que salvou a Kutol Products – pronta para falir – não foi porque seu limpador de paredes funcionava bem, mas sim porque as crianças começaram a usá-lo para criar ornamentos de Natal nas aulas de artes. Removendo o componente de limpeza e adicionando cores para melhorar o visual, a Kutol transformou seu limpador de paredes em um dos brinquedos mais icônicos de todos os tempos – e trouxe enorme sucesso para uma empresa pronta para sumir. Às vezes, você sequer sabe quão brilhante é, até alguém contar para você.

5. Super Bonder – Harry Coover
No que pode ser considerado um momento bem caótico de descobertas em 1942, o doutor Harry Coover do Laboratório Eastman-Kodak descobriu que a substância que ele criou – cianoacrilato – era uma falha épica. Ela não era, para sua tristeza, uma revolução para um novo sistema de armas de precisão que ele esperava criar – o treco grudava em tudo que tocava. Então, o projeto foi esquecido. Seis anos depois, enquanto supervisionava um novo design experimental de cobertura para aviões, Coover se pegou preso na mesma bagunça melecada com um inimigo conhecido – o cianoacrilato se provou mais inútil ainda. Mas dessa vez, Coover observou que a coisa se transformou em uma cola extremamente forte sem necessidade de aquecimento. Coover e sua equipe começaram a colar vários objetos no laboratório, e perceberam que eles finalmente haviam encontrado um uso para aquela gosma irritante. Coover fez uma patente de sua descoberta, e em 1958, 16 anos após ele ter ficado colado pela primeira vez, o cianoacrilato começou a ser vendido nos mercados.

6. Teflon – Roy Plunkett
Da próxima vez que você fizer um belo omelete, agradeça ao químico Roy Plunkett, que sentiu enorme frustração quando inventou inadvertidamente o Teflon, em 1938. Plunkett esperava criar uma nova variedade de clorofluorcarbonos (mais conhecido como o odiado CFC), quando ele foi checar como estava seu experimento na câmara de resfriamento. Quando inspecionou uma caixinha que deveria estar cheia de gás, ele viu que aparentemente tudo tinha sumido – deixando apenas alguns flocos brancos. Plunkett ficou intrigado com esse mistério químico, e começou a experimentar suas propriedades. A nova substância provou ser um fantástico lubrificante com um ponto de fusão altíssimo – inicialmente perfeito para aparatos militares, agora encontrado normalmente aplicado nas panelas antiaderentes. 

7. Baquelite – Leo Baekeland
Em 1907, a goma-laca era normalmente usada para isolar as entranhas dos primeiros eletrônicos – como rádios e telefones. Tudo bem, tirando o fato de que a goma-laca é feita com as fezes de um besouro asiático, e não é exatamente o jeito mais fácil de isolar um fio. O que o químico belga Leo Baekeland encontrou como saída foi o – prepare-se – polioxibenzimetilenglicolanhidrido, o primeiro plástico sintético do mundo, mais conhecido como Baquelite. Esse plástico pioneiro era moldável em praticamente qualquer forma e cor, e podia manter seu formato mesmo com altas temperaturas e uso diário – tornando-o a peça básica para fabricantes, joalheiros, e designers industriais.

8. Marcapasso – Wilson Greatbatch
Um professor assistente da Universidade de Buffalo pensou ter arruinado seu projeto. Em vez de pegar um resistor de 10.000-ohm para usar em seu protótipo de marcador de batimentos cardíacos, Wilson Greatbach pegou a variação de 1-megaohm. O resultado produziu um sinal que soou por 1.8 milissegundos, e depois parou por um segundo – um sino da morte para o coração humano. Greatbach percebeu que a novidade poderia regular o pulso, substituindo o batimento cardíaco imperfeito do paciente. Antes disso, os marcapassos eram do tamanho de televisores, trambolhos pesados que eram plugados temporariamente no paciente, externamente. Mas hoje o mesmo resultado pode ser alcançado com um pequeno circuito, perfeito para ser colocado no peito de alguém.

9. Velcro – George de Mestral
Um cão inventou o velcro.
Ok, essa frase é um pouco exagerada, mas um cachorro realmente teve papel decisivo aqui. O engenheiro suíço George de Mestral estava num passeio para caçar com seu cachorro, quando reparou na chata tendência dos carrapichos grudarem no pelo do cachorro (e em sua meia). Mais tarde, olhando num microscópio, Mestral observou os pequenos “ganchos” que prendiam os carrapichos nos tecidos e nos pelos. Mestral experimentou por anos uma enorme variedade de tecidos até chegar ao recém-inventado náilon – apesar de ele só ter se popularizado após o uso da NASA.
10. Raio-X – Wilhelm Roentgen
Certo, a gente sabe, os raios X são um fenômeno natural, assim eles não poderiam ter sido criados. Mas, quieto! A história de sua descoberta é fascinante e pura obra do incrível acaso. Em 1895, o físico alemão Wilhem Roentgen estava fazendo um experimento de rotina que envolvia raios catódicos, quando ele percebeu que um pedaço de papelão fluorescente estava se iluminando no quarto. Uma grossa tela foi colocada entre o emissor de catódio e o papelão irradiado, provando que as partículas de luz estavam atravessando um objeto sólido. Maravilhado com a descoberta, Roentgen rapidamente percebeu que imagens brilhantes poderiam ser produzidas com essa incrível radiação – a primeira do tipo foi a imagem do esqueleto da mão de sua esposa.

Ilustração de Sam Spratt.

http://www.gizmodo.com.br/ 

Homenagem aos Publicitários!

Por: Marcela Kallas

Esta semana, no dia 01 de Fevereiro, comemora-se o dia do Publicitário, publico aqui uma ótima entrevista com o grande Washington Olivetto (CEO da WMcCann) exibida pelo Multishow. A bibliografia da agência W/Brasil e de seus sócios (Washington Olivetto, Javier Llussá Ciuret e Gabriel Zellmeister) foi escrita por Fernando Morais e chama-se “A toca dos leões”. Recomendo a leitura para todos da área, é muito interessante descobrir a história por trás desta grande agência e ler um pouco mais sobre a carreira dos sócios! Além disso, Washington escreveu ao longo de sua carreira alguns livros como: “O que a vida me ensinou”, “O primeiro a Gente Nunca Esquece”, “Corinthians – é Preto no Branco” e o mais recente, “Só os patetas comem mal na Disney”.


Enfim, gostaria de parabenizar todos os publicitários e pessoas que trabalham na área pelo nosso dia!! Espero que conforme o tempo for passando que a publicidade brasileira melhore cada vez mais e seja mais reconhecida! E que é claro, espero de verdade que as pessoas parem de enxergar o profissional de uma forma clichê e superficial, ou seja, que todos os formados na área trabalham com Criação. Por favor, vamos abrir nossas mentes e enxergar as inúmeras possibilidades de cargos que um publicitário pode assumir como Redator, Marketing, Mídia, Planejador, Atendimento, Produção entre outros.

Marcela Kallas
Publicitária 

VIDA INTELIGENTE NA TERRA? Acho que não...

CALVIN e HOBBES - Bill Watterson

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

DEMOCRACIA - MALFADA Quino



História da MAFALDA

"A personagem, cujo nome foi inspirado pela novela Dar la cara, de David Viñas, e alguns outros, foi criada em 1962 para um cartoon de propaganda que deveria ser publicado no diário Clarín. No entanto, Clarín rompeu o contrato e a campanha foi cancelada.
Mafalda somente se tornou um cartoon de verdade sob a sugestão de Julián Delgado, na época o editor-chefe do hebdomadário Primera Plana e amigo de Quino. Foi publicado no jornal de 29 de Setembro de 1964, apresentando somente as personagens de Mafalda e seus pais, e acrescentando Filipe em Janeiro de 1965. Uma disputa legal surgiu em Março de 1965, e assim a publicação acabou em 9 de Março de 1965.
Uma semana mais tarde, dia 15 de Março de 1965, Mafalda começou a aparecer diariamente no Mundo de Buenos Aires, permitindo ao autor cobrir eventos correntes mais detalhadamente. As personagens Manolito e Susanita foram criadas nas semanas seguintes, e a mamãe de Mafalda estava grávida quando o jornal faliu em 22 de Dezembro de 1967.
A publicação recomeçou seis meses mais tarde, em 2 de Junho de 1968, no hebdomadário Siete Días Illustrados. Como os quadrinhos tinham que ser entregues duas semanas antes da publicação, Quino era incapaz de comentar as notícias mais recentes. Ele decidiu acabar com a publicação das histórias em 25 de Junho de 1973.
Desde então, Quino ainda desenhou Mafalda algumas poucas vezes, principalmente para promover campanhas sobre os Direitos Humanos. Por exemplo, em 1976 ele fez um pôster para a UNICEF ilustrando a Declaração Universal dos Direitos da Criança.
Na Cidade de Buenos Aires existe uma praça chamada Mafalda. " WIKIPIDIA

Joaquín Salvador Lavado (17 de julho de 1932 (os registros constam como tendo nascido em agosto), em província de MendozaArgentina), mais conhecido como Quino, é um humorista gráfico e criador de história em quadrinhos argentino.

[editar]Biografia

Filho de imigrantes espanhóis, nasceu em 1932 na Argentina. Desde cedo é chamado pelos familiares pelo apelido com que é conhecido - Quino - para diferenciá-lo do tio homônimo,desenhista, com quem já aos 3 anos de idade aprende o gosto pela arte.
Em 1945 perde a mãe e em 1948 o pai. No ano seguinte abandona a Faculdade de Belas Artes.
Por vários anos tenta vender seus trabalhos nos jornais de Buenos Aires, sem sucesso. Finalmente em 1954 vê publicado seu primeiro desenho - mas a contribuição regular para os jornais deu-se somente 3 anos depois. Esporadicamente realiza campanhas publicitárias.
Casou-se em 1960, em 1963 lança seu primeiro livro humorístico: "Mundo Quino" e, em 1964, nasce sua primeira personagem, Mafalda.
Em 1970 sua Mafalda é publicada na Espanha e em Portugal, Quino começa a deixar as fronteiras da Argentina, mas não alcança sucesso na Alemanha e em França, onde Mafalda foi publicada em 1973. No mesmo ano, Mafalda chegaria ao Brasil em plena Ditadura militar, através da revista Patota da Editora Artenova.
Em 1976 Quino muda-se para Milão, aos poucos seus trabalhos vão tendo o reconhecimento e divulgação, hoje espalhados em todo o planeta. Na Argentina, "Mafalda" virou nome de uma praça, e diversas homenagens são prestadas ao criador e à criatura." WIKIPIDIA

Delfim detecta interesse externo em Belo Monte


Autor: Frederico Bacic
Fonte: www.economidiando.blogspot.com



Por todo o país, há debate sobre Belo Monte. A “maioria silenciosa” – a maior parcela da sociedade, que não tem tempo para cuidar de questões mais amplas, e em geral só se manifesta quando se vê muito agredida pela minoria ativa – começa a reagir. Entidades com sede em outros países, como WWF e Greenpeace, estão a todo pano, contando com apoio de gente que brilha na mídia, mas não tem bons argumentos. No mundo, as maiores fontes de energia são poluidoras e não renováveis: óleo, gás e carvão. No Brasil e em poucos países, tem-se a dádiva da fonte hidráulica: renovável, barata e não poluente.

Há dias, veio a público que as contas de energia seriam oneradas pelo apoio à fonte eólica – e igualmente a base solar precisa de subsídio. Um dia, vento e sol e talvez o ar – hidrogênio – poderão ser fonte limpa e viável, mas isso ainda não ocorre. Como todos – sejam ecologistas ou desenvolvimentistas – precisam de energia para as tarefas do dia a dia, cada país tem de tomar sua decisão. A China usa o carvão, a França, o átomo, e os Estados Unidos lutam para sair da dependência do petróleo – e, recentemente, descobriram um “pré-sal” de gás em seu território. Certamente vão usar o gás, queiram ou não grupos ecológicos de lá.

Delfim Netto não é um santo. Como czar da economia foi acusado até de mexer em índices de inflação. Mas, em artigo publicado em Carta Capital, ele creditou a atual campanha a interesses estrangeiros. Após citar que a água pode valer mais que ouro e petróleo, Delfim afirma que, respeitando o ambiente e as populações locais – inclusive indígenas – o país não pode deixar de aproveitar seus rios. Declara: “A conclusão, óbvia, é que pretendem mostrar que a Amazônia precisa ser internacionalizada, para evitar que utilizemos os cursos de água daquela bacia hidrográfica para produzir energia e proporcionar o desenvolvimento daquela região em nosso benefício exclusivo”.

E acrescentou: “Tivemos a demonstração de como a pregação, mesmo infantil, pode influenciar burocratas mal informados de organismos internacionais: uma obscura e inoperante comissão de direitos humanos da OEA alinhou-se às teses de outras tantas obscuras ONGs, pedindo a suspensão da construção da usina de Belo Monte, no Rio Xingu”.

E conclui Delfim: “O que as ONGs (de longa data), agora apoiadas pela sub-burocracia da OEA, pretendem bloquear, em realidade, não é a obra em si, mas a condição brasileira de produzir mais energia limpa para prosseguir em seu projeto de desenvolvimento sustentável, inclusive na Região Amazônica. Significa demonstrar a capacidade nacional de conservar, administrar e utilizar as riquezas de um território que detém 11% de toda a água doce do globo, onde correm 12 mil rios que respondem por 16% de toda a água enviada ao marpelos rios do planeta”.

É isso mesmo. Delfim lembra que, levando em conta os rios, mais depósitos subterrâneos – como o aquífero Guarani – cada brasileiro tem uma quantidade fabulosa de água a seu dispor, 17 vezes mais do que a ONU considera a média confortável de consumo. Há uma guerra das ONGs estrangeiras contra o “pré-sal” renovável do Brasil: o bom uso da água.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012


Return on Social Media Investment

Douglas Karr


In November, Wildfire surveyed over 700 marketers from all around the World on the topic of getting a return on investment for their social media efforts. Wildfire and Column Five compiled the results into an easy to read infographic.


Social media is no longer a stop-and-go investment, but rather a long term strategic channel that, when integrated with other marketing efforts, allows brands to connect with users over time. Results of a recent survey we conducted find social media efforts valuable in their ability to grow brand awareness and increase dialogue with customers. In addition to spending more time thinking about how to engage audiences, marketers will soon begin to measure social media’s impact on the business through a more traditional ROI definition: attributable sales and costs. From the Wildfire blog


 



Wildfire is a powerful, easy-to-use social marketing platform to grow, engage and monetize your audience across social networks. Sign up for a Free Trial.
Read more: http://www.marketingtechblog.com/return-on-social-media-investment/#ixzz1kxtWampO