quarta-feira, 13 de outubro de 2010

As novas linhas de tendências de consumo.


À medida que ascendem socialmente, os brasileiros também escalam novos patamares de consumo. Agora que o Brasil se transforma em uma economia de massa, os especialistas tentam decifrar como se dará a expansão da cesta de compras, impulsionada pelo aumento da renda e do credito e por fortes tendências comportamentais.

A partir dessa análise temos que os consumidores passam a ter um comportamento que podemos classificar da seguinte forma:

Primeira tendência: Quero ter mais

Os consumidores remediados aos mais abastados, o anseio é melhorar o que já foi conquistado e incorporar o que esta fora do orçamento. Aqueles que já superaram as necessidades básicas expandem seu universo de consumo agregando novos itens. Nas classes mais altas, a tendência é de sofisticação. Segundo a consultoria BCG, 26% dos consumidores aceitam gastar mais para comprar produtos melhores.

Segunda tendência: Quero saber mais

Investimentos em educação e acesso a internet e a TV a cabo são produtos/serviços que se beneficiaram por essa tendência. Entre os emergentes, é uma pragmática: estar mais preparado significa conseguir um emprego melhor no futuro. Isso vale, sobretudo, para os filhos. Por isso, as escolas de inglês e de informática se multiplicam nas periferias. A educação é valorizada em todas as classes sociais. Mas para os mais pobres é o que pavimenta o caminho para uma renda maior e para novos hábitos de consumo.

Terceira tendência: Quero experimentar mais

É o impulso que motiva boa parte dos consumidores emergentes a viajar de avião pela primeira vez, a conhecer um restaurante ou a passar a frequentar cinemas e teatros. Os novos hábitos incluem o consumidor em ambientes que ele não conhecia. Isso também vale para as compras no supermercado. De produtos mais saudáveis e guloseimas, o consumidor que itens que vão além da cesta básica.

Com isso, temos as linhas de tendências comportamentais que podem ser notadas com os novos padrões de compras a partir do crescimento da renda da população.